Bogotá!

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Sugiro conhecer a simpática e confortável capital da Colômbia. Logo em um primeiro momento a cidade já surpreende.

O novo terminal do aeroporto internacional Eldorado é muito confortável. Dotado de um grande Duty Free com muitas opções de moda, bebidas, maquiagem (uma das lojas da MAC mais baratas do mundo!). Veja uma nota sobre essa loja aqui.

O serviço de motorista particular disponibilizado pelo próprio albergue foi excelente, plaquinha com nome na recepção no aeroporto e carros modernos (tudo agendado via internet direto com o simpático hotel que ficaríamos). Nos levaram direto ao bairro Candelaria. Parada para deixar as malas e depois, conhecer essa bela capital colombiana. Como tínhamos apenas um dia e meio, escolhemos o belo bairro cultural da Candelaria para ficar o dia todo e experimentar um pouco de tudo que ele oferece.

Monteserrate

Logo cedo, fomos direto ao Cerro Monserrate, o ponto mais alto de Bogotá – 3200 metros acima do nível do mar. Um simpático e moderno funicular (espécie de trem quase na vertical! #medo) nos levou até o topo, de onde é possível visitar uma igreja e diversos restaurantes chiques, ou curtir uma bela fileira de botecos onde se compra de tudo, da folha de coca e seu chá até “regalos”.

3200m acima do nível do mar, a mais linda panorâmica de Bogotá!

3200m acima do nível do mar, a mais linda panorâmica de Bogotá!

Do topo do monte vale a pena sacar a máquina e fazer muitas fotos. Vale ir também na hora do almoço e selecionar um dos 3 restaurantes do topo que oferecem o melhor da culinária local. O custo para visitar Monserrate é de $7.900 (pesos colombianos), equivalente em Novembro de 2013 a US$8,00 por pessoa na “taquila” ou bilheteria local.

Como ainda era cedo, apenas curtimos o visual (cuidado com a altitude). Aliás cuidado! Muito esforço em Bogotá pode resultar em mal estar e acabar estragando sua viagem. Muita água, pouco peso na mochila e esforço e refeições leves.

Museu del Oro (Museu do Ouro)

Usamos o barato serviço de táxi local para descer até o centro da cidade, muito próximo ao bairro onde ficamos, e seguimos para a segunda sujestão turística da cidade – o Museo del Oro. O ingresso para visitar a instalação com acompanhamento de um guía do departamento túristico custou $3.000 (US$ 3,00). O museu é uma viagem no tempo, com um acervo restaurado e recuperado que remonta toda a história Inca e sua crença no Deus Sol, desde rituais de colheita e fertilidade até mesmo relacionamento homem-mulher (risos).

A peça mais importante do Museo del Oro, o Sacerdote com as peças prestes a serem mergulhadas no lago. Pedido de Fertilidade.

A peça mais importante do Museo del Oro, o Sacerdote com as peças prestes a serem mergulhadas no lago. Pedido de Fertilidade.

Os Incas utilizavam muito ouro justamente pela cor e brilho lembrarem o Deus-Sol. Os detalhes históricos e as experiências inclusive com uma cerimônia Xamã de deixar todos os sentidos aguçados – o Sacerdote Inca era a única pessoa autorizada a tocar nas peças de ouro e, em uma balsa, as oferece para o Deus Sol as mergulhando para sempre nos lagos sagrados da região.

Fernando Botero

Mais táxi, e agora para andar a pé pelo bairro cultural e colorido da Candelária. Um pouco de chuva no meio do dia mas nada que estragasse o passeio, chegamos ao museu de Fernando Botero, o escultor/pintor cedeu para a cidade todo o seu acervo e foi montado um museu, a entrada é gratuita.

Fernando Botero tem um jeitinho todo bem humorado de retratar qualquer situação do cotidiano.

Fernando Botero tem um jeitinho todo bem humorado de retratar qualquer situação do cotidiano.

Frequentado por muitos jovens de todas as idades onde vi muitos compondo poesia, fazendo fotos, música ou simplesmente escrevendo sobre as obras (não era uma excursão escolar!!! rs), uma atitude espetacular da garotada. A obra de Botero é muito interessante, bem humorada e a experiência de caminhar por seu museu é muito leve.

El Gato Gris!

Entra as caminadas por praças, ruas estreitas e muito sobe-e-desce, a Candelaria nos revelava pessoas do mundo inteiro, muitas cores e muita cultura. Depois de bastante caminhar escolhemos El Gato Gris para almoçar, um brechó/restaurante. Veja mais sobre tudo que saboreamos ali neste artigo.

Bogotá vale a visita!

Acabamos por passar grande parte da tarde no bairro da Candelária, caminhando, conhecendo pequenas lojas e curtindo inclusive turmas nas praças tocando violão, um pouco da cerveja local e ficamos com vontade de quero mais! Devido a um problema em nosso albergue, e como iríamos logo cedo para Lima, acabamos mudando para o Hotel Embassy próximo ao Aeroporto, com todo o conforto de um grande hotel.

As simpáticas ruas do bairro Candelaria em Bogotá. Povo e culinária excelentes!

As simpáticas ruas do bairro Candelaria em Bogotá. Povo e culinária excelentes!

Bogotá nos deixou com gostinho de quero mais, a cidade é segura de caminhar, possui muitos turistas e todos são muito gentis e solícitos. Ainda há muito que descobrir, especialmente sobre a vida noturna. (Como ficamos o dia todo caminhando na rua, acabamos por preferir descansar à noite já que acordaríamos bem cedo para pegar o voo a Lima).

Na próxima visita descobriremos mais coisas bacanas a se fazer por lá!

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Comentários

Bancária há 10 anos, criei o Vivendo Estilo para dividir com vocês algumas experiências de moda, gastronomia, viagem e beleza. Espero que aproveitem sua experiência no blog e fiquem a vontade para enviar dúvidas, sugestões e comentários.

3 Comentários

  1. paulascl@gmail.com'

    Paula Soncela

    4 de junho de 2014 em 19:21

    Babado a Colômbia, hein?!
    Monteserrate, avante! E rum flamejante…

  2. deareis@furnas.com.br'

    andrea vidal

    16 de março de 2017 em 20:59

    é possivel fornecer email de contato de algum motorista particular de bogota, para que no nosso periodo de conexao em Bogota termos a oportunidade de conhecer alguns pontos turisticos
    agradeço

    • Fernando Soncela

      2 de agosto de 2017 em 15:04

      Olá Andrea, à época deste artigo usamos o serviço de táxi da cidade. Valem algumas dicas de segurança: Táxis Brancos, operados pelos hotéis ou indicados pela Administração do Aeroporto El Dorado. Os táxis amarelos da cidade não são muito seguros (na hora de darem troco ou mesmo fazerem os caminhos mais seguros). Outra dica é habilitar o serviço de celular no país pela sua operadora ou comprar um chip temporário das operadoras locais e usar UBER.

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